A internet cai no meio
O Wi-Fi do local não aguenta, a transmissão trava e o público sai. Sem link redundante, não existe plano B.
Multicâmera, direção de corte em tempo real e transmissão simultânea em todas as suas plataformas — com equipe de regência no local e link de internet redundante, porque live não tem segunda chance.
Escolha o formato que faz sentido pro seu evento — e veja exatamente o que muda em cada um.
O seu evento presencial no ar, com qualidade de TV e sem sustos técnicos no momento crítico.
Cenário digital gerado em tempo real, sem construir nada. A marca ocupa a tela inteira, do jeito que você desenhar.
A audiência que você levou meses reunindo assiste ao erro em tempo real — e é isso que fica guardado no vídeo.
O Wi-Fi do local não aguenta, a transmissão trava e o público sai. Sem link redundante, não existe plano B.
Imagem boa e áudio captado pelo microfone da câmera. Quem está em casa desiste nos primeiros dois minutos.
Sem corte, sem close, sem arte na tela. Duas horas de plano fixo não seguram ninguém do outro lado.
Com a ASEC tem gente dirigindo a live — não uma câmera esquecida ligada.
Câmeras posicionadas, corte no tempo certo, áudio saindo direto da mesa de som e as artes da sua marca entrando na hora certa.
Plano geral, close do palestrante, reação da plateia. Alguém decidindo o que o público vê, em tempo real.
Nada de microfone de câmera. O som que vai pro ar é o mesmo que a plateia ouve — limpo e no nível certo.
Nome de quem está falando, logo da marca, patrocinadores, contagem regressiva de abertura. A live parece programa.
YouTube, Instagram, Facebook, LinkedIn, Zoom ou plataforma fechada — um sinal só alimentando tudo.
Você sai do evento com o arquivo em alta qualidade — e, se quiser, com os cortes verticais prontos pras redes.
Motor gráfico em tempo real montando o ambiente ao redor do apresentador. Sem marcenaria, sem transporte, sem prazo de montagem de cenografia.
Auditório, estúdio de telejornal, showroom da sua marca. A gente monta o cenário que o briefing pedir.
Abertura num cenário, entrevista em outro, encerramento num terceiro — sem parar a transmissão.
Sem construção, sem locação de galpão, sem frete e sem descarte. E o cenário serve pra próxima live também.
Os dois métodos, escolhidos conforme o projeto. Com LED, o apresentador enxerga o cenário e a luz bate certo.
Quer entender se produção virtual faz sentido pro seu caso? Veja a consultoria de virtual production →
Data, local, duração, plataformas de destino e se vai ter apresentador, palestrante ou entrevista.
Quantas câmeras, quais artes, qual estrutura de internet. Preço fechado antes, sem extra no dia.
Chegamos com antecedência, testamos o link, o áudio e o corte. Live de teste antes do público entrar.
Equipe operando do início ao fim e o vídeo entregue depois — inteiro e, se quiser, já cortado.
Transmissões dirigidas pela ASEC — presenciais, híbridas e em cenário virtual.
Quer ver uma live parecida com a sua? Peça no WhatsApp →
“Foi a primeira transmissão nossa que não travou. E o número de gente assistindo até o fim foi o dobro da anterior.”
“A equipe chegou cedo, testou tudo e ainda fez uma live de ensaio. No dia, ninguém precisou se preocupar com nada.”
“O cenário virtual deu à nossa marca uma cara de canal de TV. E custou menos do que montar um cenário de verdade.”
Dois caminhos de saída simultâneos. Se um cai, a transmissão continua sem o público perceber.
Diretor de corte, operador de áudio e operador de gráficos. Cada um cuidando de uma coisa só.
Enquanto está no ar, tudo é gravado localmente em alta qualidade. Você nunca fica sem o material.
Nobreak nos equipamentos críticos. Queda de luz não significa transmissão encerrada.
Cada live é dimensionada individualmente — os valores abaixo servem para você se situar. O orçamento final sai por escrito, sem compromisso.
Para transmissões diretas, sem grande produção.
A transmissão com cara de programa de TV.
Cenário digital construído para a sua marca.
Transmissões recorrentes (culto, aula, programa semanal) têm condição de contrato mensal. Pergunte no orçamento.
Por isso fechamos um número limitado de datas por mês para esse formato — o cenário precisa ser construído e ensaiado antes. Datas de lançamento e fim de ano saem primeiro.
É o cenário mais comum, e a gente trabalha esperando por ele. Levamos link próprio de backup com agregação de sinal móvel — a transmissão sai por dois caminhos ao mesmo tempo e, se um falha, o outro assume sem o público perceber. Em locais críticos, fazemos teste de sinal antes de fechar a proposta.
Sim. YouTube, Instagram, Facebook, LinkedIn, Zoom e plataformas fechadas de curso ou evento — tudo alimentado pelo mesmo sinal, simultaneamente. Você só nos passa os acessos ou as chaves de transmissão.
Vem junto em todos os pacotes. Além do que foi ao ar, gravamos localmente em alta qualidade — inclusive as câmeras separadas, quando o projeto pede edição posterior. Cortes verticais para redes entram no pacote completo ou podem ser adicionados.
Não. Levamos câmeras, ilha de corte, cabeamento e internet. Do local precisamos basicamente de energia e de um ponto para montar a ilha. Se o evento já tem mesa de som, puxamos o áudio dela; se não tem, sonorizamos também.
Cenário físico envolve projeto, marcenaria, transporte, montagem e descarte — e serve uma vez. O virtual é construído em computação gráfica, fica pronto antes, não ocupa espaço e pode ser reaproveitado nas próximas transmissões. Em projetos recorrentes, quase sempre sai mais barato a partir da segunda live.
Fazemos, e é onde o custo por transmissão cai mais. Cultos, programas semanais, aulas e reuniões de equipe entram em contrato mensal com equipe e estrutura fixas — o que também deixa a produção mais rápida a cada semana.
Somos de Arujá–SP e atendemos toda a Grande São Paulo e o Alto Tietê. Fora dessa região, avaliamos caso a caso com o deslocamento já incluso na proposta — para transmissões, isso é comum e costuma valer a pena.
Preencha os campos e a conversa já abre no WhatsApp com tudo preenchido. Leva menos de um minuto.